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Beleza avança com pele 3D que simula efeitos da menopausa em laboratório

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

A Avon alcança um marco inédito na indústria da beleza ao desenvolver a primeira pele bioimpressa capaz de reproduzir, com precisão, os efeitos da menopausa. Criado em laboratório, o modelo simula alterações como perda de colágeno, diminuição da densidade e ressecamento intenso — características comuns dessa fase da vida.


A inovação amplia as possibilidades da pesquisa cosmética ao levar para um ambiente tridimensional um processo biológico ainda pouco explorado. Com isso, torna-se possível realizar análises mais controladas e aprofundadas, acelerando o desenvolvimento de produtos mais eficazes e direcionados às necessidades reais da pele feminina.



O projeto foi desenvolvido no Brasil, no Centro de Inovação da marca, posicionando o país no centro das discussões globais sobre ciência, beleza e longevidade. A tecnologia também fortalece o papel da linha Avon Renew, que reforça o compromisso com a democratização da ciência e com soluções voltadas aos diferentes ciclos da mulher.



O avanço acompanha uma transformação mais ampla no setor, que passa a enxergar a menopausa não apenas sob o ponto de vista estético, mas como uma jornada complexa que exige conhecimento e inovação. Nesse contexto, a Natura — grupo controlador da Avon na América Latina — já havia iniciado o uso da bioimpressão 3D em testes cosméticos, consolidando uma base tecnológica que agora ganha novos desdobramentos.



Além disso, a iniciativa integra um movimento maior de pesquisa sobre o ciclo hormonal feminino, com estudos que devem acompanhar mulheres em todo o país, gerando dados inéditos sobre os impactos genéticos, sociais e regionais dessa fase.



Outro diferencial importante está na utilização de células de mulheres brasileiras no desenvolvimento do modelo, garantindo maior precisão e representatividade. Em ambiente controlado, a redução dos níveis de estrogênio e progesterona permite reproduzir fielmente as condições da menopausa, aprofundando o entendimento sobre as mudanças cutâneas.



Mais do que um avanço tecnológico, a pele bioimpressa também contribui para práticas mais sustentáveis na ciência cosmética, reduzindo a necessidade de métodos tradicionais de teste e alinhando inovação com responsabilidade científica.



O movimento sinaliza um novo momento da indústria: mais personalizada, baseada em dados e cada vez mais conectada às reais necessidades das mulheres.

 
 
 

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