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Depois de 20 anos, Calcinha Preta volta ao Mangueirão, em Belém, para gravação de novo DVD

Há noites que carregam um brilho diferente, noites que parecem escolhidas pelo destino. No dia 6 de dezembro, Belém viverá uma dessas raras ocasiões, quando a Calcinha Preta volta ao Mangueirão para transformar memória em futuro e emoção em espetáculo.

O Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão) recebe a gravação do novo DVD da banda, um projeto que nasce carregado de significado. Será o retorno ao mesmo palco de duas décadas atrás para reacender a chama que marcou uma geração inteira do forró. Agora, com nova formação: Mika Rodrigues, Ohara Ravick, Bell Oliver, Marlus Viana e Daniel Diau, a história ganha um novo capítulo, ainda mais grandioso, renovado e surpreendente.

"Mágica" é o título sugestivo do audiovisual. Juntos, os quatro integrantes unem força vocal, identidade artística e um reencontro simbólico que promete emocionar o público.



A essência que guia este projeto está no próprio nome que ele carrega. “Mágica” não é apenas uma música do repertório: é o fio condutor de uma proposta ousada, que reúne um conceito visual inovador, ballet exclusivo, figurinos elaborados, cenografia de impacto e um processo criativo que busca expandir os limites do que já foi feito no gênero. Trata-se de um espetáculo pensado para transcender o tradicional e apresentar ao público uma experiência inédita.




O repertório une sentimento e renovação. Serão oito músicas inéditas, além de regravações que atravessam gerações, como “Hoje à Noite”, “Manchete de Jornais” e a icônica “Mágica”, que volta a ecoar justamente onde se tornou inesquecível.

A Direção Musical é assinada por Felipe Marques e Chrystian Lima, e a produção reúne Felipe Marques, Diassis Marques e Anselmo. Um time que combina técnica, sensibilidade e visão artística.



No Mangueirão, Calcinha Preta reencontra sua própria história para criar algo totalmente novo. E é por isso que o que acontecerá em Belém não será apenas uma gravação. Será um momento destinado a permanecer, porque alguns encontros não são simplesmente marcantes. São mágicos.

 
 
 

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