Free Zone reuniu mais de 175 mil pessoas na Praça da Bandeira, em Belém
- blognewschristian
- 25 de nov. de 2025
- 3 min de leitura
A FreeZone Cultural Action encerrou sua programação transformando a Praça da Bandeira em um grande espaço público de encontro, convivência e participação durante a COP30. O evento reuniu mais de 175 mil pessoas ao longo de treze dias, consolidando-se como o maior evento complementar à conferência, aberto à população de Belém e aos visitantes que estiveram na cidade.
Às 16h do último dia de programação, o público acompanhou o hasteamento da Bandeira da Terra em um ato coletivo que reuniu juventudes, lideranças indígenas, artistas, pesquisadores, moradores e visitantes.

No mesmo momento, Belém recebeu oficialmente a obra permanente “Árvore da Vida”, instalada no centro da praça como legado artístico, urbano e simbólico da FreeZone. A escultura materializa a proposta do projeto ao integrar imaginação, pertencimento, natureza e comunidade, inspirando continuidade e corresponsabilidade climática.
Programação diversa, gratuita e para todas as idades
Ao longo da FreeZone, o público participou de fóruns, painéis, oficinas, cinema, experiências multissensoriais, performances, exposições, rodas de conversa, feiras e ações comunitárias, que aproximaram a agenda climática global das realidades amazônicas.
Jovens, pesquisadores, lideranças tradicionais, educadores, artistas e comunicadores compartilharam saberes, vivências, dados e propostas sobre clima, floresta, territórios, cidades, alimentação, energia, cultura e justiça socioambiental.
Shows como ponto de encontro da cidade
A programação musical diária, com curadoria da Talentos da Amazônia, se tornou um dos grandes destaques da FreeZone, reunindo milhares de pessoas para celebrar a música paraense e amazônica.
Os shows gratuitos transformaram a Praça da Bandeira em um palco de convivência, afeto e celebração coletiva, fortalecendo o sentimento de pertencimento entre quem mora, trabalha ou esteve de passagem por Belém durante a COP30.
O que a FreeZone deixa para Belém
Além do legado de memória, intercâmbio e mobilização social, a FreeZone deixa também uma nova relação da cidade com a praça, fortalecendo o entendimento de que espaços públicos podem ser democráticos, acessíveis, criativos e integradores quando ocupados por cultura, participação e compromisso coletivo.
“O que construímos aqui foi um lugar de encontro entre cultura, conhecimento e participação social. A FreeZone mostrou que a Amazônia tem muito a dizer e que esse diálogo se fortalece quando o público ocupa os espaços e se reconhece neles”, afirma Giovanni Dias, idealizador da FreeZone e presidente do Instituto Cultural Artô.
O QUE FOI A FREEZONE CULTURAL ACTION?
Um espaço cultural e educativo criado para ampliar a participação social e o acesso à agenda climática global por meio da arte, cultura, ciência e cidadania. É o maior evento complementar à COP30.O projeto ocupou 10 mil m² da Praça da Bandeira, em Belém, com domos geodésicos futuristas e cenografia inspirada nos modos de vida amazônicos, assinada pelo arquiteto Fernando Goulart. A FreeZone deu protagonismo a adolescentes e jovens reunindo fóruns, painéis, oficinas, cinema e apresentações artísticas que conectam saberes tradicionais e futuros possíveis. A FreeZone transformou Belém em um palco global para discutir clima, floresta e justiça social.A realização da FreeZone Cultural Action é do Instituto Cultural Artô. O evento conta com parceria do Comando Militar do Norte e da Prefeitura de Belém, que colaboram com a implantação das estruturas da Praça da Bandeira. O projeto tem patrocínio da Associação Brasileira do Alumínio ABAL CCAL, juntamente com suas associadas Hydro, Albras, Alcoa, ReciclaBR, Novelis, MRN, Termomecânica, CBA, produtora Talentos da Amazônia Produções e do Shopping Pátio Belém, além de apoios de secretarias estaduais, municipais e do Ministério do Turismo.


















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