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Jornalista Ana Danin lançou livro infantil "Teca, a gata sapeca"

Em um mundo acelerado, manter uma casa exige cada vez mais de pais e responsáveis. E, na corrida constante contra o relógio, nem sempre conseguimos passar o tempo que gostaríamos ao lado de quem mais amamos: as nossas crianças. É nesse contexto que surge a Teca, uma gatinha sapeca que “pula” das páginas de um livro infantil para convidar os adultos a dedicarem, ainda que em meio aos “corres” da vida, um tempo de qualidade aos pequenos.

“A Teca nasceu com uma missão: criar gostosas e inesquecíveis memórias entre os adultos e suas crianças. Durante a leitura, ela narra como pode ser uma gata e ‘ao mesmo tempo’, outros três tipos de bichos, ensinado sobre características, sobre o sentido figurado, e proporcionando várias situações de descobertas, brincadeiras e muita interação. A ideia é que pais e filhos possam se divertir juntos. E isso não é sobre quantidade, mas sobre qualidade de tempo”, explica a jornalista Ana Danin, autora do livro “Teca, a gata sapeca”, publicado pela editora Depois da Chuva, com ilustrações de Marcelo Cardinal. “Por menor que seja esse tempo livre, a Teca te estimula a estar inteiro ao lado da tua criança na hora da leitura”, completa.



É o primeiro livro da jornalista paraense, fruto das rodas de leitura que ela conduz, há mais de um ano, com crianças atendidas pela instituição assistencial Lar de Maria, no bairro de São Brás. “São crianças com idades entre 6 e 8 anos, cheias de curiosidade e energia. Então, a preparação do meu encontro com elas envolve não só a escolha da leitura em si, como também de vídeos, músicas e brincadeiras relacionadas ao tema do livro. É preciso muita criatividade para manter a atenção de quase 20 crianças em nossas interações semanais. O livro reflete tudo isso. Ele é, também, resultado da força transformadora do voluntariado na minha vida”, afirma.

A personagem, Teca, é inspirada em um dos quatro gatinhos da autora: Lady, que foi resgatada, ainda filhote, às margens da avenida Almirante Barroso, uma das mais movimentadas da capital paraense. “A Teca existe porque a Lady teve uma chance de viver. Então, o livro também é uma oportunidade de falar sobre adoção responsável de animais”, pontua a autora. “Cada página desse livro tem muito amor, energia, vida. Se, daqui a dez anos, a Teca estiver morando naquele cantinho gostoso onde abrigamos as lembranças dos nossos pais, do que mais amamos, então o livro terá cumprido a sua missão. Porque, quando perdemos nossos pais, é isso que permanece: a lembrança boa do tempo que passamos ao lado deles. E essa lembrança é construída hoje. Nós, adultos, não podemos nos esquecer que, as memórias afetivas construídas hoje serão a maior e melhor herança deixada para os filhos”, conclui Ana.


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