top of page

Livro reúne pesquisadores amazônidas para pensar a Amazônia sob a perspectiva dateoria crítica

há 1 hora
3 min de leitura

Pesquisadoras e pesquisadores majoritariamente amazônidas lançam em Belém, na quarta- feira, 4 de novembro, às 19h, o livro "É mais fácil imaginar o fim da floresta do que o fim do capitalismo: ensaios de teoria crítica da Amazônia" (Editora Cromos, 2026). O lançamento acontece no Centro de Conexões Ná Figueredo (Av. Gentil Bittencourt, 449, Nazaré), com um bate-papo com os organizadores da obra, os professores Felipe De Campos Ribeiro (IFCH/UFPA), Ricardo Evandro Martins (ICJ/UFPA) e Bráulio Rodrigues (pós-doutorando no ICJ/UFPA). A realização é do Leituras Críticas, projeto de extensão da Universidade Federal do Pará.



O título dialoga com uma frase célebre da teoria crítica contemporânea, segundo a qual

seria mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo. Ao trocar o "mundo" pela "floresta", o livro desloca o debate para a Amazônia, onde o colapso ambiental costuma ser tratado como destino, e pergunta o que ainda é possível imaginar a partir do próprio território.

Os ensaios analisam o presente e o futuro da região a partir de campos como Geopolítica,

Relações Internacionais, Economia, Filosofia, Direito e Psicanálise. São tentativas heterodoxas de formular interpretações à altura das transformações em curso na região e no mundo: a crise climática, os deslocamentos geopolíticos, a ascensão da Ásia, a cobiça

internacional sobre a Amazônia, as metamorfoses da pax neoliberal, a multiplicação dos

protecionismos e as guerras prolongadas, sem perder de vista as demandas sociais

concretas de quem vive na região.

Um ano depois de Belém sediar a COP30 e colocar a Amazônia no centro do debate

climático mundial, a coletânea propõe que a região seja pensada por quem vive e pesquisa nela, e não apenas como cenário ou objeto das decisões tomadas fora dela.

"Somos um grupo de pesquisadores que acredita que as causas das nossas desventuras socioeconômicas e também culturais/intelectuais aqui na Amazônia não estão unicamente ligadas a relações de força desfavoráveis. Mas têm algo a ver também com a escassez de imaginação dos nossos intelectuais e lideranças políticas comprometidas com dar um futuro alternativo ao neocolonial à nossa região", Felipe De Campos Ribeiro é professor do IFCH da UFPA.

Depois de Belém, a turnê segue para Castanhal, no dia 6 de novembro, na 5ª Feira do Livro de Castanhal, e depois para Florianópolis, São Paulo e Belo Horizonte, sempre com a

presença dos organizadores.


SERVIÇO


O quê: Lançamento do livro "É mais fácil imaginar o fim da floresta do que o fim do

capitalismo: ensaios de teoria crítica da Amazônia" (Editora Cromos, 2026), com bate-papo

com os organizadores

Quando: 4 de novembro de 2026 (quarta-feira), às 19h

Onde: Centro de Conexões Ná Figueredo, Av. Gentil Bittencourt, 449, Nazaré, Belém (PA)

Entrada gratuita.


Realização: Leituras Críticas, projeto de extensão da UFPA

TURNÊ DE LANÇAMENTO

• 4/11, Belém (PA): Centro de Conexões Ná Figueredo, 19h

• 6/11, Castanhal (PA): 5ª Feira do Livro de Castanhal

• 16/11, Florianópolis (SC): Encontro da ANPOF (Associação Nacional de Pós-Graduação

em Filosofia)

• 19/11, São Paulo (SP): PUC-SP

• 25/11, São Paulo (SP): Livraria Megafauna

• 30/11, Belo Horizonte (MG): Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

SOBRE OS ORGANIZADORES

● Felipe De Campos Ribeiro é professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

(IFCH) da UFPA.

● Ricardo Evandro Martins é professor do Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ) da

UFPA.

● Bráulio Rodrigues é pós-doutorando no Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ) da

UFPA.

Coletânea "É mais fácil imaginar o fim da floresta do que o fim do capitalismo: ensaios de

teoria crítica da Amazônia" (Editora Cromos) tem lançamento em Belém no próximo dia



 
 
 

Comentários


bottom of page