Mostra itinerante da 34ª Bienal de São Paulo pode ser visitada em Belém até 20 de novembro

A mostra itinerante da 34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto pode ser visitada em Belém, no Pará, até o dia 20 de novembro. O programa de mostras itinerantes da Fundação Bienal de São Paulo percorre, ao todo, 10 cidades do Brasil e do mundo, e traz para o Solar da Beira e Mercado Ver-o-Peso uma seleção da exposição que atraiu 700 mil pessoas na capital paulista em 2021, com temáticas que chamam a atenção para os desafios da vida contemporânea e para a necessidade da arte como um campo de resistência, ruptura e transformação. Com entrada gratuita, a mostra conta com o patrocínio da EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil.

“Esta é uma oportunidade para o público refletir sobre a nossa sociedade e entrar em contato com obras de talentosos artistas contemporâneos. Para nós, da EMS, é um orgulho possibilitar que este acervo riquíssimo seja levado para públicos de outros estados e para o exterior. Dentro do nosso escopo de responsabilidade social, buscamos valorizar a arte e dar acesso à cultura, pois entendemos que, desta forma, somos capazes de transformar vidas e promover também bem-estar”, ressalta Josemara Tsuruoka, gerente de Marketing Institucional da EMS.


Na capital paraense, o público pode conferir as obras dos artistas Alice Shintani, Claude Cahun, Gala Porras-Kim, Haris Epaminonda, Jungjin Lee, Marinella Senatore, Melvin Moti, Naomi Rincón Gallardo e Uýra, que se relacionam com os enunciados “A imagem gravada de Coatlicue” e “Hiroshima mon amour, de Alain Resnais”. No Mercado Ver-o-Peso, o público vai se deparar com a escultura de luz Nos erguemos ao levantar outras pessoas (2021). A instalação de dez metros de diâmetro fica suspensa sobre os transeuntes, próxima ao telhado do Mercado, criando uma arquitetura efêmera e impactante. Composta por dezenas de lâmpadas, a obra lembra da força das ações realizadas coletivamente.

A partir do enunciado a “Imagem gravada de Coatlicue”, as pessoas são convidadas a refletir sobre as violências perpetradas pelo colonialismo no mundo, a partir das histórias envolvendo a escultura dessa deusa asteca, considerada padroeira da vida e da morte. No enunciado “Hiroshima mon amour, de Alain Resnais”, resgata-se a história do clássico filme de 1959, que traz uma personagem que revela o que encontrou em Hiroshima mais de uma década depois do bombardeio que vitimou mais de 160 mil pessoas. Os detalhes sobre cada um desses enunciados estão disponíveis no site oficial da 34ª Bienal de São Paulo: http://34.bienal.org.br/enunciados.

A exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 8h às 17h; e de sábado e domingo, das 8h às 14h, no Solar da Beira. Já no Mercado Ver-o-Peso, as visitas ocorrem de segunda-feira a quintas, das 6h às 13h; de sexta a sábado, das 6h às 13h30, e aos domingos, das 6h às 12h. Entrada gratuita.

34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto

Programa de mostras itinerantes: Belém (PA)

Solar da Beira

29 de setembro – 20 de novembro 2022

Boulevard Castilhos França, 120

terça – sexta, 8h – 17h

sábado e domingo, 8h – 14h

entrada gratuita

Mercado Ver-o-Peso

29 de setembro – 20 de novembro 2022

Boulevard Castilhos França

segunda – quinta, 6h – 13h

sexta – sábado, 6h – 13h30

domingo, 6h – 12h

entrada gratuita

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