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Musical "Amor em Vermelho" é atração no Teatro Margarida Schivasappa sábado e domingo

A paixão avassaladora de um jovem americano que chega a Paris e conhece a cortesã mais famosa da casa de espetáculos Moulin Rouge. A partir daí, o amor entre os dois é embalado pelas versões, em português, de algumas das maiores canções de todos os tempos.


Essa é a proposta do espetáculo musical "Amor em Vermelho", que retorna aos palcos de Belém nos dias 10, 11 e 12 de maio, próximo fim de semana, no Teatro Margarida Schivasappa, no Centur. A obra é uma livre adaptação do premiado musical da Broadway "Moulin Rouge", homônimo do filme de Hollywwod que ganhou dois Oscars em 2002.



O “Amor em Vermelho” se tornou um dos maiores espetáculos teatrais do Pará. 36 integrantes no elenco, 20 pessoas envolvidas na produção, mais de 100 figurinos e estruturas cênicas de mais de 4 metros são algumas das curiosidades da obra.


Uma das diretoras gerais do espetáculo, a professora e atriz Gabriela Burlamaqui, explica como surgiu a ideia de levar a história aos palcos.


“O musical 'Amor Em Vermelho' nasceu do amor pelo teatro musical de duas amigas aficionadas por esse gênero. Durante um café, em meio à agitação das semanas corridas e assistindo ao 'Moulin Rouge', surgiu a inspiração para criar o espetáculo. Estou muito ansiosa para voltarmos aos palcos com esse, que é um dos maiores musicais do nosso estado”, entrega Gabriela.



A preparação para levar o espetáculo ao palco do Teatro Margarida Schivasappa durou cerca de um ano. Uma equipe multidisciplinar foi montada para garantir a qualidade da obra.


“Nesta temporada contamos com um elenco de 36 talentosos profissionais, incluindo atores, dançarinos e membros do coro. Além disso, uma equipe de preparação de elenco, direção teatral, coreográfica e costureiras também fazem a magia acontecer. Coordenar tantas pessoas é fundamental para garantir que tudo transcorra harmoniosamente bem para o público”, ressalta a diretora.


A cantora, atriz e fonoaudióloga, Rafaela Caetano, produz e assina a direção musical e também é co-diretora geral do espetáculo.



“Eu já conhecia a história. Moulin Rouge foi um dos meus filmes favoritos na adolescência. O Roteiro do teatro musical geralmente tende a ser mais rígido, cada palavra deve ser dita, mas na nossa montagem tivemos certa flexibilidade, permitindo aos atores, na sua interpretação, modificar algumas falas e até criar cenas. Um dos atores propôs até uma música nova que já está inclusa no espetáculo. É surpresa”, conta, entusiasmada.


Este ano será uma nova chance para o público conhecer a história que conquistou gerações no cinema e nos palcos. Em 3 dias de apresentações o elenco será alternado. Então, o público terá a possibilidade de assistir “Amor em Vermelho” com atores e cantores diferentes. E assim como na versão cinematográfica, uma das principais características do espetáculo são as versões de canções famosas. Na adaptação paraense, todas as músicas foram traduzidas para o português.



“Esse musical é um jukebox cheio de músicas conhecidas. Eu pensei ‘as pessoas vão odiar ouvir essas músicas traduzidas, vai ser horrível’, mas a virada de chave foi quando eu percebi que a música faz parte da dramaturgia. Ela representa aquilo que os personagens estão sentindo a cada cena. É uma continuação do texto através da canção. Então fluiu. Quando vi, todas as músicas estavam prontas”, reitera Rafaela.


E a grande protagonista da história, a cortesã Satine, é interpretada pela cantora e atriz Marcela Alves, que pelo segundo ano consecutivo, dá vida à personagem. O desafio é encarado como se fosse a primeira vez.


“No teatro ela é um desafio por ser uma cortesã no século 19, vinda de uma população de vulnerabilidade, mas que se construiu muito forte e segura de si para sobreviver. E é nesse momento que a história se encontra dividida entre a razão e a emoção. O ‘Amor em vermelho’ foi um musical que me ensinou muito em 2022. Me desafiou nas habilidades de canto, dança e teatro. E quando eu soube da oportunidade de retornar aos palcos, me empolguei em conhecer melhor outros aspectos da Satine.”


E para tentar impedir o final feliz entre a cortesã parisiense e o jovem americano, um vilão perigoso, irônico e autoritário tira o conforto do casal. O cantor, compositor e ator, Rafael Zell, está entusiasmado em voltar ao palco, na pele do Duque de Monroth.


“Meu primeiro grande personagem no teatro. Agora em uma nova perspectiva, anos depois. Definitivamente é um grande desafio reviver um personagem que você já viveu antes e torná-lo ainda maior, mas com ajuda de grandes profissionais e muita dedicação, posso garantir que o público vai ver o Duque de uma forma nunca vista antes, nem na nossa primeira temporada e nem nas outras versões de Moulin Rouge. Vai ser incrível.”


FOTOS: EVERTON PEREIRA


Amor em Vermelho

Baseado na adaptação de “Moulin Rouge – The Musical”, da Broadway, conta a história de Christian, um jovem compositor e poeta americano, que vai à Paris, em 1899, com a esperança de tornar-se escritor e dramaturgo, e em busca da vida boêmia. Em sua aventura, ele conhece os amigos Toulouse, Santiago e a mais bela cortesã do Moulin Rouge, a diamante reluzente, Satine.


Eles passam a viver um intenso romance, mas não contavam com as investidas do sórdido Duque de Monroth. E em meio a um show de romantismo, sensualidade e poder, o casal enfrenta a todos os desafios para vivenciar uma paixão avassaladora, haja o que houver.


Serviço

Amor em Vermelho - Uma livre adaptação de “Moulin Rouge - Tha Musical”, da Broadway

Datas: 10, 11 e 12 de maio

Hora: 19h

Local: Teatro Margarida Schivasappa - Centur

Ingressos: (91) 992014760 / Sympla e bilheteria do teatro

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