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Peça " O Veneno do Teatro" estará em cartaz no Theatro da Paz, nos dias 6 e 7 de abril

Depois de 10 anos afastado dos palcos, Osmar Prado está de volta em um texto clássico e contundente do espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos contemporâneos de maior renome na Europa.

No palco divide a cena com o premiado ator Maurício Machado e direção de Eduardo Figueiredo (diretor de inúmeros sucessos de público e crítica no teatro nacional).

“O Veneno do Teatro cria envolvente suspense com Osmar Prado e Maurício Machado em jogo afiado. Os dois atores criam um jogo sofisticado e surpreendente”

(Miguel Arcanjo crítico/ jornalista/ jurado APCA SP)

Uma obra reconhecida e premiada em vários países, uma espécie de thriller, que trata

de temas importantes e atuais. O texto propõe uma reflexão pertinente sobre a ética,

estética, as máscaras das convenções sociais, o jogo do poder, em suma, a

necessidade de autoconhecimento tão latente em todos nós, dentro dos limites da

realidade e da ficção.



O texto de Sirera já foi traduzido para o Inglês, Francês, Italiano, Eslovaco, Polonês,

Grego, Português (de Portugal e do Brasil), Croata, Húngaro, Búlgaro, Japonês entre

outros idiomas. Foi encenado em mais de 62 países (Espanha, Inglaterra, França,

Venezuela, Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão,

etc), e coleciona prêmios mundo afora. O que traduz parte de seu sucesso, vitalidade

e contemporaneidade.

Sempre em cartaz em algum país desde então, recentemente reestreou na Espanha e

Argentina, depois de ter excursionado por alguns países, com grande êxito de público

e crítica.

“O texto de Sirera oferece dois grandes personagens, de perfis e estruturas diferentes,

que são defendidos com garra pelos intérpretes.

O Veneno do Teatro, na concepção de Figueiredo, é uma peça de ideias, um

daqueles espetáculos que deseja provocar o público com um texto que revela

camadas inesperadas. A opção de levar ao palco a obra de Sirera prova a conexão de

Figueiredo com o seu tempo na escolha dos projetos”

(Dirceu Alves Jr. _jornalista, escritor e crítico de Teatro/SP)

Em cena dois atores premiados, num vibrante duelo: O renomado ator Osmar Prado e

o experiente Maurício Machado.



“O carisma de Osmar Prado é inigualável. Seu personagem é dúbio e possui uma fina

camada de idiossincrasia. Sua paixão pelo teatro o leva ao limite da razão. A atuação

de Maurício Machado vai crescendo numa espantosa velocidade e robustez.

Entendemos, nesse momento, a escolha do parceiro. Dois gigantes, cada um de seu

tempo.”

Eliana de Castro (crítica de Teatro/SP)

O espetáculo escrito na década de setenta após ditadura de Franco no início do

processo democrático na Espanha e se passa na França em 1784, pré revolução

francesa, ressaltando o período neoclassicista.

Em nossa nova versão brasileira, o espetáculo assume uma postura atemporal,

inspirado na década de 20 em Paris.

"Es una obra interesante, un juego dialéctico sobre ser y representar. Es una fábula

moral, un thriller en torno a lo que es el arte“ diz o autor

“Em um momento com tantas adversidades, onde o homem apresenta sérios sinais de

retrocesso e barbárie, a obra de Rodolf Sirera nos apresenta uma importante reflexão

sobre civilidade, poder e até onde pode ir a crueldade do ser humano”, diz o diretor

Eduardo Figueiredo.

O espetáculo é todo pontuado com música ao vivo executado pelo violoncelista Matias

Roque Fideles e tem direção musical de Guga Stroeter.

O espetáculo que teve pré_estreia em Belo Horizonte e Brasília em Janeiro, sempre

com casas lotadas e inclusive com sessões extras, agora termina a sua temporada de

São Paulo com sucesso de público e crítica. Agora inicia uma breve turnê em Abril

(Belém, Goiânia e Porto Alegre).

Sinopse:



Um ator é convidado pelo excêntrico Marquês para interpretar uma peça teatral de sua autoria (inspirada na morte de Sócrates). Um encontro entre o Marquês (Osmar Prado), um nobre aristocrata egocêntrico que, de forma surpreendente, passa a controlar através

de um jogo psicológico o outro personagem o ator, Gabriel de Beaumont (Maurício Machado).

Depois de muitas surpresas no decorrer do espetáculo, o Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seu objetivo.



SERVIÇO

O Veneno do Teatro

Texto: Rodolf Sirera

Tradução: Hugo Coelho

Direção: Eduardo Figueiredo

Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado

Músico: Matias Roque Fideles

Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Desenho de Luz: Paulo Denizot


Em Belém no Theatro da Paz dias 6 e 7 de abril de 2024.

Ingressos a venda na bilheteria do teatro

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