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Pedro Amorim apresenta o show "Cenas Cariocas" em Belém nesta sexta (16)

  • 14 de jan.
  • 3 min de leitura

Em seu novo espetáculo, o compositor e bandolinista Pedro Amorim canta a sua cidade,

citando bairros, ruas e situações tipicamente cariocas em sambas cheios de humor,

irreverência e sentimento. Retomando a linha de composição consagrada por Geraldo

Pereira, Wilson Batista e Noel Rosa, os sambas-sincopados deste repertório vão se

sucedendo como crônicas musicais que descrevem um modo de vida peculiar do Rio,

com suas tradições, contradições e mazelas urbanas.



Grande conhecedor da boemia carioca, Pedro Amorim frequentou as melhores rodas de

samba nos bairros de Oswaldo Cruz, Madureira, Irajá e Vila Isabel. A oportunidade de

conviver, compor, tocar e cantar com bambas da velha-guarda como Carlos Cachaça,

Nélson Sargento, Zé Keti e Manacéa acabou resultando em forte influência na criação

do repertório reunido neste novo trabalho.

Alguns dos sambas do show já vêm sendo cantados e gravados por intérpretes de várias

gerações do samba carioca. "Jurema" e "Matilde" estão no CD "Dois Bicudos", de Alfredo

Del Penho e Pedro Paulo Malta. "Mentia" – parceria com Nélson Sargento – foi gravada

pelo grande sambista no cd "Flores em vida". "Não tenho culpa" está no 1º disco do

cantor Ronaldo Gonçalves, lançado em 2015. Gravada por Pedro Miranda, o "Samba da

Moreninha" é uma delicada e divertida homenagem do compositor à ilha de Paquetá,

bairro onde mora desde 2008.


SOBRE O ARTISTA


Bandolinista e compositor, Pedro Amorim começou com o grupo Nó em Pingo D’Água

em 1983, no LP dedicado a João Pernambuco. Dez anos depois, gravou em Paris, com

Maurício Carrilho e Paulo Sérgio Santos, o cd O Trio, duplamente vencedor do Prêmio

Sharp 1994: Melhor Disco e Melhor Conjunto Instrumental. Logo lançou os cds “Pedro

Amorim toca Luperce Miranda”, “Sempre Nazaré” (com a pianista Maria Teresa Madeira)

e “Violão Tenor”, com repertório autoral todo dedicado a este raro instrumento. Em 2008,

com o quarteto Samba de Fato e a cantora Cristina Buarque, gravou “O samba informal

de Mauro Duarte”, cd duplo em homenagem ao sambista.


Em 2010 lançou com o Trio de Câmara o cd “Saudades de Princesa”, em homenagem a Canhoto da Paraíba, arrematando o Prêmio da Música Brasileira 2011. Em 2017 lança o álbum autoral Voz Nagô, cantando

seus afro-sambas em parceria com Paulo Cesar Pinheiro. Ao longo da carreira, participou

dos discos de Chico Buarque, Elizeth Cardoso, Zé Renato, Moacyr Luz e muitos outros.

Como compositor, suas parcerias com Paulo César Pinheiro, Nelson Sargento, Maurício

Carrilho e Wilson Moreira, foram gravadas por Maria Bethânia, Roberta Sá, Ney

Matogrosso, Naná Vasconcelos e outros. Viajou o mundo tocando e divulgando a música

brasileira na França, Japão, Dinamarca, Bélgica, Espanha, Portugal, Colômbia, Cuba etc.

É um dos professores fundadores da Escola Portátil de Música, que ensina música através

da linguagem do choro para mais de mil alunos no Rio de Janeiro.



Serviço | Belém

Apresentação única!

Data | Sexta 16 jan | 21h

Local | Casa do Gilson

Endereço | Tv. Padre Eutíquio, 3172 | Condor

Ingressos | R$50 | Venda antecipada | 21 986558595


Elenco

Pedro Amorim (bandolim e voz)

Paulo Moura (7 cordas)

Tiago Amaral (clarineta)

André Ganso (percussão)

Bruno Miranda (percussão)


Repertório

1) Acabou-se o distúrbio (Pedro Amorim/Paulo César Pinheiro)

2) Não tenho culpa (PedroAmorim/ Paulo César Pinheiro)

3) Na Gamboa (Pedro Amorim)

4) Samba do Carteiro (Pedro Amorim)

5) Voltando pra Lapa (Pedro Amorim/ Paulo César Pinheiro)

6) Jurema (Pedro Amorim)

7) Matilde (Pedro Amorim)

8) Mentia (Pedro Amorim/Nelson Sargento)

8) Queda de asa (Pedro Amorim)

9) Quando o povo canta (Pedro Amorim/Zorba Devagar)

10) Samba Naïf (Pedro Amorim)

11) Zeladora (Pedro Amorim)

12) Samba da Moreninha (Pedro Amorim)

 
 
 

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