Projeto da UFPA é finalista em competição internacional

O projeto Anamã, desenvolvido por estudantes de diversos cursos da UFPA, conseguiu um feito

histórico, estar entre os 4 finalistas, desse desafio iniciado com 176 equipes participar da final da: a

Race To Rethink Plastic, uma competição, organizada pela rede Enactus, que visa impulsionar projetos com soluções sustentáveis e inovadoras na geração de impacto positivo relacionado à crise dos resíduos plásticos no planeta.

O Anamã, criado em 2020, também tem trabalhado no desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e de baixo custo para combater a grande quantidade de resíduos plásticos nos oceanos e preservar a

vida marinha. A primeira solução desenvolvida e implementada pelo projeto é a ecobarreira, produzida a partir de fios de garrafa PET e instalada em canais de Belém e região, visando coletar resíduos plásticos e recicláveis, evitando com que esses poluentes cheguem aos oceanos. Já foram instaladas ecobarreiras em canais no bairro do Paracuri em Icoaraci, e estima-se a coleta de até 12 toneladas de resíduos por mês.



O Anamã é o único projeto da Amazônia e do Brasil na final da Race To Rethink Plastic, entre mais de

176 propostas iniciais, e vai competir com outros três projetos internacionais em busca do prêmio. Asequipes finalistas passarão pelo chamado Estágio de Impacto, em que serão mentoradas por

A vitória na competição pode garantir um passo importante para o Anamã: o avanço na estruturação do dias 14 a 21 de outubro.

A vitória na competição pode garantir um passo importante para o Anamã: o avanço na estruturação docentro de beneficiamento de plástico, um espaço para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e de produtos oriundos do reaproveitamento dos resíduos, além de capacitações e oficinas.

O projeto está pelo segundo ano consecutivo na final de uma competição internacional da rede, em

2020, ficou entre os finalistas da competição 1 Race 4 Oceans. Para Matheus de Amaral, atual líder do Anamã, essa é uma sensação única: “Estar no top 4, mais uma vez, representa esse misto de honra, felicidade e vontade de fazer ainda mais pelas comunidades, de mostrar que os jovens da Amazônia podem e já estão mudando o mundo.



Assim, descrever como é ser finalista fica fácil: é ser “enactor”, é ver que nortistas estão engajados em criar soluções inovadoras não somente para impactar a região, mas o planeta.” relata Matheus.

Para o professor José Augusto Lacerda, conselheiro do Time desde 2016, o resultado evidencia a

consistência do trabalho realizado nos últimos anos: “Entre os 1730 times Enactus existentes no mundo, só nós e uma universidade da Índia conseguimos chegar nas finais dessas competições por 4 anos seguidos: 2018, 2019, 2020 e 2021. E não foi na mesma competição ou com um único projeto, mas sim, em 3 desafios distintos e com 2 projetos diferentes. Não é fácil conseguir isso com um grupo que muda a cada ano. Atualmente, temos 80% de membros com menos de 6 meses de time, por exemplo. O que demonstra o dinamismo da nossa organização, o poder de soluções interdisciplinares e, sobretudo, a importância de ações extensionistas que fomentem a aplicação prática dos avanços acadêmico-científicos.”


Sobre o Time Enactus UFPA - Fundado em 2014, por alunos de diversos cursos da Universidade

Federal do Pará, tem como missão desenvolver líderes que, por meio de ações empreendedoras, sejam capazes de empoderar pessoas para transformar comunidades, melhorando a qualidade de vida e o bem-estar social. Mais de 213 mil pessoas já foram impactadas pelo Time da Enactus UFPA em Belém.


COM INFORMAÇÕES DA ASSESSORIA DE IMPRENSA

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