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Recife recebe ‘Jogos Indígenas do Xingu - rituais pela vida ancestral’ de Alexandre Baena

  • há 19 horas
  • 4 min de leitura

Agora é a vez da capital do frevo, Recife em Pernambuco, receber a exposição itinerante ‘Jogos Indígenas do Xingu - rituais pela vida ancestral’, com telas de Alexandre Baena, fotógrafo, cineasta e documentarista paraense, A mostra tem abertura no dia 16 de junho de 2026, às 15h, no Centro Cultural Cais do Sertão, um dos museus mais interativos e modernos do Brasil, localizado no coração do Recife Antigo, em Pernambuco. O espaço homenageia a cultura nordestina e o rei do Baião, Luiz Gonzaga, trazendo as tradições do sertão para a beira-mar. Um espaço condecorado em importantes premiações internacionais, entre elas, o prêmio Obra do Ano, da ArchDaILy; a Gubbio, que homenageia equipamentos da América Latina e Caribe, e a Dedalo Minosse, na Europa, em ambas, o Cais foi responsável por representar o Brasil.



“Agora desembarcamos no berço do frevo, após permanência na Biblioteca Mário de Andrade em São Paulo, estando em destaque na Virada Cultural de 2026, chegamos em Recife, e para mim é um momento excepcional poder mostrar os ‘Jogos Indígenas do Xingu’, aos nossos irmãos pernambucanos, é um projeto inédito com imagens de um evento que cria um elo entre cultura, esporte e turismo”, enfatiza Baena. O projeto é idealizado em parceria com o Senador da República Jader Barbalho, um grande incentivador da cultura, do turismo, da economia criativa e de projetos estruturais elevando a riqueza paraense como Patrimônio Cultural do Brasil. A mostra fotográfica reforça a identidade dos povos que participam dos jogos, preservando a tradição, divulgando o evento esportivo e fazendo o referenciamento geográfico para o turismo. Os jogos indígenas do Xingu são uma parte importante da cultura paraense e são realizados durante festivais e celebrações tradicionais, promovendo a integração social, a cooperação e a competitividade saudável entre as comunidades indígenas, exercendo um papel fundamental em suas vivências.


A Região do Médio Xingu no Pará, que tem como centro a cidade de Altamira, território de expressiva força ancestral que reuniu durante quatro dias na arena da orla do cais, de 17 a 20 de julho de 2025, às margens do rio Xingu as etnias: Arara, Xipaya, Kuruaya, Asurini, Xikrin do Trincheira Bacajá, Kayapó do Kararaô, Parakanã, Araweté e Juruna, e como povos convidados os Gavião Kyikatejê, Krimei Xikrin (do Rio Cateté) e Kayapó Mebêngôkre (da Terra Indígena Kayapó), em uma potente ritualística ancestral para celebrar a vida dos povos indígenas do Brasil reunindo sua arte, sua música, seus esportes, seus saberes e fazeres, tradições seculares. As modalidades esportivas destacaram a força física, as habilidade individuais e coletivas pautadas pela cultura ancestral. Os representantes de cada etnia participaram de provas de arco e flecha, arremesso de lança, corrida de bastão, cabo de força, tiro ao alvo e corrida livre de 100 metros, nas categorias masculino e feminino, além da canoagem, futebol e natação.


Baena, nos conta sobre a jornada admirável de conexão com as apresentações culturais e com as disputas carregadas de energia e, principalmente, com a identidade da raiz do povo brasileiro. “A maioria das atividades foram a noite, e o trabalho técnico para realçar a luminosidade que destaca minhas telas, foi um desafio interessante, o contraste entre a baixa velocidade de captura da imagem e a energia que ditava uma dinâmica frenética na frente de minhas lentes, produzindo verdadeiras pinturas, que são documentos impressionantes do que foi vivido na arena montada em Altamira, às margens do Xingu, e que contou com a participação de mais de 900 atletas de 14 etnias”, enfatiza.


Os projetos de itinerância do fotógrafo, Alexandre Baena, pelas cinco regiões brasileiras, em 2026, completam 41 exposições. A Marujada de Bragança, o Festribal de Juruti, o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, o Sairé de Santarém. A exposição ‘Juruti - Terra Munduruku e Muirapinima’, foi apresentada na Green Zone, como parte das atividades culturais da 30ª Conferência das Partes, reunião anual das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que aconteceu em Belém do Pará de 10 a 21 de novembro de 2025, a COP30. Agora, em 2026, volta ao circuito nacional com a continuidade da exposição do Sairé e a inédita exposição ‘Jogos Indígenas do Xingu - rituais pela vida ancestral'.


A exposição tem o patrocínio da Prefeitura de Altamira, Governo do Estado do Pará, através do Banpará, Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Governo Federal, através do Ministério da Cultura. E conta com o apoio da Federação dos Povos Indígenas do Pará (Fepipa), mandato do Senador Jader Barbalho, com realização da MAB Comunicação. A exposição fica até o dia 24 de julho de 2026, no Centro Cultural Cais do Sertão, para visitação pública.


Serviço:

Artista: Alexandre Baena

Exposição: ‘Jogos Indígenas do Xingu - rituais pela vida ancestral’

Abertura da Exposição

16 de junho de 2026

Hora: 15h

Local: Centro Cultural Cais do Sertão

End: Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n - Recife, PE

Para visitação até 24 de julho de 2026.


Informações práticas para organizar sua visita


Horário de funcionamento

Terça a sexta-feira: das 10h às 16h (última entrada permitida até às 15h30).

Sábados e domingos: das 13h às 18h (última entrada permitida até às 17h30).

Segundas-feiras: fechado.

 
 
 

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