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TIM reforça seu compromisso com o combate à violência de gênero


Reconhecida por seus compromissos públicos com a agenda de gênero, a TIM se junta a ações que buscam combater a violência contra a mulher nesse mês de novembro, marcado pelo Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra Mulheres e Meninas (25/11). A operadora está participando da iniciativa “21 dias de ativismo”, realizada pela Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, do Instituto Avon. Além disso, acaba de aderir ao movimento “Brasil sem Misoginia”, mobilização nacional liderada pelo Ministério da Mulher com o objetivo de enfrentar todas as formas de violência e discriminação contra as mulheres.


A participação nas iniciativas vem logo depois do lançamento do projeto que transformou lojas da operadora em pontos de referência para mulheres em situações de perigo, oferecendo informação e conexão à rede de apoio. A primeira fase engloba 11 lojas da TIM em ruas no Rio de Janeiro e São Paulo, cujas equipes foram treinadas para atender as mulheres que procurarem suporte em casos de assédio, violência física e outras de situações de risco. Essas unidades estão indicadas como “locais seguros” no Caminho Delas, ferramenta do aplicativo Mulheres Positivas lançada em 2022. A funcionalidade é um mapa que mostra rotas pensadas para as mulheres circularem com mais segurança nas ruas, a partir de dados inseridos pelas próprias usuárias e estatísticas geradas por inteligência artificial.



A operadora lançou ainda um manifesto de gênero em suas redes sociais, em campanha com a embaixadora da marca, a cantora IZA. O objetivo é reforçar ainda mais os compromissos da empresa com a equidade de gênero no mercado de trabalho e o combate a qualquer tipo de preconceito e violência contra a mulher. Segundo a VP de Pessoas, Cultura e Organização da TIM, Maria Antonietta Russo, as ações representam a evolução do compromisso da TIM com sua jornada de diversidade e inclusão, demonstrando que a empresa chegou a uma fase onde influencia o mercado e reforça seu posicionamento para a sociedade. A executiva reitera, no entanto, que é um percurso contínuo: “não estamos na linha de chegada. Cada objetivo alcançado nos traz novas responsabilidades. Seguiremos com ações internas e externas para termos uma sociedade mais justa, segura e com mais oportunidades para as mulheres”, complementa.


As iniciativas


Brasil Sem Misoginia é uma proposta de mobilização nacional de todos os setores brasileiros com o objetivo de enfrentar a misoginia – o ódio e todas as formas de violência e discriminação contra as mulheres. Na cerimônia de lançamento, há cerca de um mês, foram assinados mais de 100 acordos de adesão à campanha, envolvendo empresas, governos estaduais, movimentos sociais, sindicatos, times de futebol, torcidas organizadas e entidades culturais, educacionais e religiosas. A ideia é atuar principalmente na prevenção do feminicídio, violência doméstica e sexual, apoio às mulheres nos espaços de poder, combate à violência online, e a desigualdade social e econômica entre gêneros.


Já a campanha “21 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher” foi criada em 1991 pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), com o objetivo de educar sobre a luta pela erradicação da violência de gênero e pela defesa dos Direitos Humanos das mulheres, em todo o mundo. No Brasil, ganhou maior duração para abranger datas importantes do calendário e enfatizar a discriminação sofrida por meninas e mulheres negras: Dia da Consciência Negra (20 de novembro), Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher (25 de novembro), Dia Mundial da Luta Contra a AIDS (1º de dezembro), Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres (6 de dezembro) e Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro).


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