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Virada Sustentável divulga programação completa em Belém


Com a proposta de celebrar a cultura da Amazônia e chamar a atenção para a produção artística da região e a necessidade de proteção da maior floresta tropical do mundo, a Virada Sustentável Amazônia será realizada, pela primeira vez, em Belém, entre os dias 23 e 26 de novembro.


Com uma extensa programação totalmente gratuita, o maior evento de sustentabilidade do Brasil promete ocupar a cidade com arte e cultura durante os quatro dias de realização, promovendo uma verdadeira mistura de ritmos, sons e cores com uma diversidade artística que mistura grupos tradicionais, representantes da cultura popular e de raiz local, com jovens artistas da nova cena artística do Pará.


Dividindo-se entre o Complexo Ver-o-Rio, o Píer das Onze Janelas, o Porto Futuro e a UsiPaz Jurunas/Condor, o Festival trará uma programação diversa, formada por apresentações musicais, de dança, teatro, contações de história, performances e instalações artísticas, exposições de arte e muito mais.



No primeiro dia de evento (23), por exemplo, no Píer das Onze Janelas, quem subirá ao palco é o cantor AQNO. O artista é uma das grandes revelações da atual música pop latina paraense, com uma identidade fortemente construída através do teatro, dança, moda e artes visuais, que compõem seu universo criativo e estética ultra-colorida, sci-fi e futurista.


Um dos maiores representantes da sonoridade percussiva da Amazônia, o Trio Manari é outro dos destaques da programação da Virada Sustentável Amazônia em Belém. Formado pelos músicos Márcio Jardim, Nazaco Gomes e Kleber “Paturi”, o grupo celebra este ano 23 anos de carreira.


Prometendo uma fusão de ritmos pulsantes, o Clube da Guitarrada convida a guitarrista Renata Beckman para, juntos, proporcionarem uma verdadeira celebração da herança cultural latina da região. O show será realizado no dia 23 de novembro, a partir das 19h no Píer das Onze Janelas.


Também no Píer, mas no dia 24, a banda Móbile Lunar se apresentará com a cantora Júlia Passos, em uma simbiose perfeita entre a versátil banda e todo o talento de Júlia. Provando que a Virada Sustentável, além de um espaço de conexões, também é lugar de reencontros, o grupo Charme do Choro volta a se reunir para um show especial na Virada, celebrando a música brasileira através do choro. A apresentação será no dia 25, no Píer das Onze Janelas.



Quem também estará presente na VS Amazônia, é Mestre Damasceno, um dos maiores representantes atuais da cultura marajoara. Compositor, cantor e repentista, nasceu em uma família de colocadores de boi-bumbá e, desde os 19 anos, atua em diversas manifestações populares, como o carimbó e o próprio boi-bumbá. Junto com seu grupo, os Nativos Marajoaras, Mestre Damasceno canta sobre o Marajó, a natureza, sobre o tempo, os rios, sobre suas ocupações de pescaria, de artesanato, sobre encantarias e a influência da lua nas águas.


O Bando Mastodontes é outro grupo que promete agitar o Festival. Com mais de oito anos de existência, o grupo, que possui origem fortemente ligada ao movimento teatral de Belém, já realizou diversas iniciativas que possuem em comum a mobilização artística local, tecendo pontes com a cultura popular e com a cena contemporânea, no propósito político de tecer pontes e democratizar o fazer cultural. O primeiro álbum da banda, chamado “Ciranda Celestial”, lançado em 2022, evoca mergulhos que atravessam e conectam mundos, para ampliar a visão voltada ao cuidado e ao respeito ao outro e a existências, resistência, expansão de consciÊncia e fragmentos de universos e culturas.


E por falar em palco, uma das grandes atrações da edição de Belém da Virada é o espetáculo que será protagonizado pela Orquestra Amazônia, que convida grandes nomes da música paraense, como Aíla, Gigi Furtado, Jeff Moraes, Juliana Sinimbu, Luê e Naieme. A orquestra será regida pelo jovem maestro paraense Renan Cardoso.


Teatro


As artes teatrais também serão um dos destaques da programação. Uma das peças de maior sucesso do Pará, Solo de Marajó, do Grupo Usina, vai ocupar as ruas do Complexo Ver-o-Rio. No monólogo, protagonizado por Cláudio Barros, o ator apresenta oito histórias, que constroem um retrato da vida do povo amazônida, especialmente o marajoara, inspiradas no universo literário de Dalcídio Jurandir.


O Grupo Dirigível de Teatro traz uma linda e poética história sobre o processo de se descobrir existindo e sobre existir na Amazônia no espetáculo Manga Curumim. O trabalho traz uma alquimia entre elementos visuais, textuais e musicais. Já o espetáculo “Dança das Cabeças” propõe uma narrativa em formato de bailado, que inicia com um cortejo onde o ator Cléber Cajun encarna vários personagens, representados pela troca das várias cabeças dispostas no cenário e que simbolizam a trajetória de uma alma que vai atravessando o tempo em seu brinquedo de fazer sonhar.


O Jardim de Alice é uma apresentação em teatro de marionetes, que o grupo Camapu traz para a Virada Sustentável Belém. A iniciativa, do artista plástico San Rodrigues e da arquiteta Nina Brito, busca valorizar e popularizar o teatro de marionetes.


A contação de histórias, voltada para crianças e adultos, também tem lugar cativo na programação. A atriz e professora, Karla Pessoa, por exemplo, se apresenta com “O Pastor de Nuvens”, onde mostra a descoberta do sentimento de afeto e admiração de uma menina por seu avô. “Rio de Encantarias”, por sua vez, é uma contação que traz para o público histórias que envolvem o imaginário dos rios, com narrativas que a contadora, Vandiléa Foro, ouvia de sua avó e outras anciãos.


Dança e artes visuais


A dança também será um dos destaques da programação do Festival em Belém, com encenações, apresentações e performances ocupando vários pontos da cidade. Entre elas, estão o Grupo Folclórico Amazônia, a Cia de Danças Folclóricas Trilhas da Amazônia, o grupo Sabor Marajoara, Grupo Parafolclórico Frutos do Pará e muito mais, trazendo toda a tradição das danças típicas de vários cantos do Pará.


Já no campo das artes visuais, 17 artistas atuantes na cena amazonense e paraense foram convidados para compor uma exposição que ficará exposta no Porto Futuro. Cada artista criou uma arte para representar um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da Organizações das Nações Unidas (ONU).


Outra intervenção que promete chamar a atenção é a Eggcident, do artista holandês Henk Hofstra. A obra, que já foi exibida em diversas cidades do mundo, é uma metáfora em tamanho gigante sobre os riscos que enfrentamos por causa do aquecimento global. Nela, Hofstra traz ovos estalados e prontos para serem fritos, com o nosso Planeta sendo a própria frigideira. A obra será instalada no Porto Futuro, entre os dias 23 e 26 de novembro.


A Virada Sustentável traz, também, uma exposição a partir das fotos do livro “Amazônia das Crianças”, do fotógrafo Araquém Alcântara, que retrata a vida, brincadeiras e o cotidiano de 14 crianças em seus diferentes territórios.


Celebrando a cultura amazônica, o artista visual Kauê Lima fará uma série de projeções em empenas de dois edifícios da cidade, durante os quatro dias de Festival. Serão 10 artes diferentes, criadas pelo ilustrador Rodrigo Cantalício, que mostram uma visão artística de uma escuta realizada junto ao conselho criativo da Virada Sustentável de Belém, formada por representantes da cultura local, que destacaram os temas mais relevantes para se construir uma Belém mais sustentável.


Protagonismo local - A construção da edição de Belém da Virada Sustentável Amazônia foi realizada, desde o começo, de forma compartilhada, com o protagonismo de atores locais e em um processo de muita escuta. Foi a partir dessa metodologia, por exemplo, que se chegou ao time de artistas selecionados, aos locais do evento e seu formato.


A definição da programação da Virada Sustentável Amazônia Belém teve a participação de quatro curadoras atuantes do cenário cultural do Pará e foi desenvolvida com o objetivo de, junto com especialistas da área, destacar uma ampla gama de trabalhos artísticos que demonstram a diversidade e a riqueza da cultura paraense. As curadoras Moara Tupinambá, Renée Chalu, Cláudia Peniche e Adriana Cruz asseguraram que a programação estivesse enraizada na cultura local, incluindo uma variedade de formas de expressões, como teatro, dança, música, performance, contação de histórias e uma apresentação de orquestra.


A Virada Sustentável Belém é apresentada pela Lei de Incentivo à Cultura com realização da Virada Sustentável e Ministério da Cultura, do Governo Federal, em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU). O festival tem o apoio institucional da Prefeitura de Belém, através da Fundação Cultural de Belém (Fumbel) e do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria Estratégica de Articulação da Cidadania (Seac), da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e da Secretaria de Cultura (Secult). A coordenação local do evento é feita pela Investe Amazônia e conta com a parceria da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e do Sebrae.


SOBRE A VIRADA


A Virada Sustentável é o maior festival de sustentabilidade do Brasil. Envolve articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, coletivos de cultura, movimentos sociais, equipamentos culturais, empresas, escolas e universidades. Tem como objetivo apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade e seus diferentes temas para a população, gerando reflexão e discussões a fim de promover um futuro sustentável e reforçando as redes de transformação e impacto social existentes.


Desde 2011, a Virada Sustentável já realizou mais de 40 edições pelo Brasil em cidades como São Paulo, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, Campinas, Sinop (MT), Ilhabela / São Sebastião, Valinhos (SP) e Fortaleza e agora chega em Belém.


Em todos esses anos, milhares de organizações da sociedade civil participaram da construção e realização do festival. Um modelo colaborativo e de escuta ativa em cada cidade por onde a Virada passou.


Programação Virada Sustentável Amazônia | Belém


>> AUDITÓRIO DO ICED DA UFPA


12ª Mostra do Circuito Tela Verde

De 23/11 | Horário: 14:00 às 17:00


Descrição da atividade:


O Circuito Tela Verde (CTV) tem por objetivos selecionar e reunir vídeos com conteúdo relacionado à temática ambiental para compor a Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente. Esta, por sua vez, pretende divulgar, estimular e promover atividades de educação ambiental por meio da linguagem audiovisual em parceria com espaços exibidores.


Para cada mostra, há chamadas públicas voltadas à seleção dos vídeos e cadastramento das instituições interessadas em se tornarem espaços exibidores.


Os espaços exibidores recebem os vídeos e um guia contendo orientações sobre como promover as ações de educação ambiental no âmbito da mostra. As exibições são acompanhadas de debates e reflexões acerca dos conteúdos apresentados. Ao final da realização da mostra, o espaço exibidor envia relatório ao Ministério do Meio Ambiente com informações sobre os resultados alcançados.


Esta ação é uma realização do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, em parceria com a Associação Nhandeara e a Virada Sustentável. Classificação Livre.


>> PÍER DAS ONZE JANELAS

Rua Siqueira Mendes, Praça Frei Caetano Brandão - Cidade Velha - Belém


QUINTA - 23 DE NOVEMBRO


>> Clube da Guitarrada convida Renata Beckman

Data: 23/11 | Horário: 19:00 às 20:00


Descrição da atividade:

A fusão de ritmos pulsantes, a destreza técnica dos músicos e a paixão pela lambada instrumental culminam em um show memorável, celebrando a herança cultural e apontando para o futuro vibrante da música paraense. Classificação Livre.


>> Trilhas, Cantando e Dançando Amazônia com Cia de Danças Folclóricas Trilhas da Amazônia

Data: 23/11 | Horário: 20:00 às 20:50


Descrição da atividade:

Espetáculo de Teatro, música e dança folclórica da região amazônica, que enfatiza o imaginário do Caboclo Amazônico, em suas Tradições, Mitos e Crenças, usando composições próprias e de grandes nomes da música paraense para expressar na dança uma linguagem contemporânea, não deixando de lado a raiz que serve de identidade cultural indispensável para qualquer região.


A CIA Trilhas da Amazônia faz uma viagem percorrendo uma trajetória mítica que envolve universos humanos e amazônicos, resgatando lendas como a Lenda do Boto, Vitória Régia, Iara, Matinta Perera, superstições e encantamento do povo ribeirinho, além dos nossos ritmos contagiantes como o Boi Bumbá, Carimbó, o Lundú e o Siriá.


Possui texto e coreografias inéditas criadas a partir da pesquisa de campo realizada pelos componentes do grupo em comunidades ribeirinhas da Amazônia (Ilha do Marajó, Ilha do Cotijuba), trilha sonora ao vivo e canções do Maestro Waldemar Henrique.


Para a Companhia, fazer espetáculos de música e dança de cunho folclórico da região amazônica, é buscar aproximar crianças, jovens e adultos deste universo de magia repleto de seres encantados e misteriosos. Classificação Livre.


>> AQNO convida Layse

Data: 23/11 | Horário: 21:00 às 22:00


Descrição da atividade:

Para além do som pop latino amazônico, AQNO constrói sua identidade artística através do teatro, dança, moda e artes visuais para dar dimensão ao seu universo criativo. Sua estética ultra-colorida, sci-fi e futurista tornou-se marca registrada. Depois de circular com “O Retorno de Saturno” por diversos palcos e festivais, em 2023 ele se junta à Natura Musical para o lançamento de um álbum visual que promete ampliar seu universo musical e artístico. Classificação Livre.


SEXTA - 24 DE NOVEMBRO


>> Móbile Lunar convida Júlia Passos

Data: 24/11 | Horário: 18:00 às 19:00


Descrição da atividade:

O show com a Júlia Passos será um reencontro, mas pela primeira vez em um palco. Em junho deste ano a Móbile Lunar rearranjou as músicas de Ruy Barata e Paulo André Barata, para um documentário em homenagem a essa obra tão valiosa para a cultura brasileira, feita pelo pai e seu filho. Júlia fez participação em uma música do filme e sempre foi uma potência pura nos ensaios.


Será a simbiose entre essa banda tão versátil e essa artista tão talentosa. Classificação Livre.


>> A exótica Cultura amazônica através de seus ritmos contagiantes com Ponto de Cultura Grupo Folclórico Amazônia

Data: 24/11 | Horário: 19:00 às 19:50


Descrição da atividade:

No espetáculo são apresentadas coreografias de danças folclóricas paraenses intercaladas de produções musicais.

1. Dança do Retumbão – Município de Bragança

2. Dança do Tipiti – Município Santarém

3. Dança do Siriá – Município de Cametá

4. Pretinhas D'Angola – Município de Santarém

5. Dança da Farinha de Tapioca – Americano do Pará

6. Dança do Lundu Marajoara – Marajó

7. Dança do Carimbó


Classificação Livre.




>> Anna Suav e Bruna BG convidam Karen Francis

Data: 24/11 | Horário: 20:00 às 21:00


Descrição da atividade:

O show Anna Suav e Bruna BG reúne duas das maiores representantes do cenário do rap amazônida e nacional. Juntas, além dos singles Soul Sim, Puma Flow e Filme Insano, as artistas possuem o álbum-visual Ritual das Candeias, lançado pela Natura Musical, e que teve show de lançamento no SESC Pompeia de São Paulo, em novembro de 2022.


Neste álbum, as MC's abordam as narrativas das mulheres negras da Amazônia, denunciando violências históricas, demarcando o território da Região Norte, e importância do fortalecimento feminino.


Em 2023, foram indicadas na categoria “Música do ano”, com o single Mercancías, no Prêmio Rap Brasil. Classificação Livre.


>> Saxçaí com Quézede Dias

Data: 24/11 | Horário: 21:00 às 21h30


Descrição da atividade:

Cada show é uma experiência imprevisível, onde o público é convidado a testemunhar a magia da criação musical em tempo real. Por meio da música, cria-se vida aos ritmos vibrantes e melodias envolventes da região amazônica, oferecendo uma experiência sensorial completa que transporta o público para um mundo de cores e sensações. Classificação Livre.


>> Bando Mastodontes

Data: 24/11 | Horário: 21:30 às 22:30


Descrição da atividade:

É com a força da poesia e de sua musicalidade vigorosa, que o Bando Mastodontes apresenta ao público uma sonoridade amazônica transcendental, ao reunir cultura popular, multi-linguagens, saberes ancestrais da floresta e referências do teatro e da literatura. Esta transcendência está intimamente ligada à ideia de que existe força na ciência da pajelança, em que o canto tem poder de cura, reverenciando a espiritualidade na Amazônia. Este cantar é para transcender os limites do corpo-mente, do espírito, do tempo, das fronteiras.Em suas canções são abordados aspectos da cultura popular, questões de gênero, sexualidade, protagonismo feminino e a importância de agir com responsabilidade e consciência. Também há momentos que versam sobre redes de colaboração, saudade, amor, conexões, partidas e chegadas. Sempre enaltecendo as culturas afro-indígenas amazônidas, trabalhando contra a intolerância religiosa e primando pela diversidade e o respeito. Classificação Livre.


SÁBADO - 25 DE NOVEMBRO


>> Show de Fé, Tradição e Religião com Associação Cultural Sabor Marajoara

Data: 25/11 | Horário: 17:00 às 17:50


Descrição da atividade:

Apresentação de cunho histórico-religioso, que através da música e da dança fala sobre fé, tradição e intolerância religiosa. Por meio da música e dança, é mostrado que, no Círio, todas as religiões se unem por um motivo de fé: Nossa Senhora de Nazaré.


Chula: Dança que representa a participação das mulheres na igreja, quando elas iam cantar e rezar na frente da igreja Nossa Senhora do Rosário.


Vaqueiro: Dança que representa a chegada da corda no círio, onde comerciantes homens emprestaram cordas para puxar a berlinda, quando o carro dela, puxado por animais, atolou.


Lundu: Como toda festa religiosa tem um lado profano, é apresentada essa dança que foi proibida pela Santa Igreja, mas resistiu no Pará.


Siriá: Uma dança que fala de fé e crença, quando todos estavam desacreditados e famintos, o rio se infestou de siris, saciando a fome das pessoas.


Batuque: Também irá representar a umbanda.


Carimbó: Com música, fé e mito, que fala da lenda da cobra-grande, em analogia à grande procissão do Círio de Nazaré.


>> Charme do Choro convida Melina Foro

Data: 25/11 | Horário: 18:00 às 19:00


Descrição da atividade:

Um grupo de choro formado somente por mulheres é algo que surpreende logo de cara. Originado a partir do projeto Choro do Pará, iniciado no ano de 2006, o grupo manteve sua atividade entre os anos de 2006 e 2015. Durante esse período, destaca-se a turnê SESC Amazônia das Artes e Terruá-Pará, atravessando o norte, o nordeste e o sudeste brasileiro e o lançamento do álbum “O Charme do Choro”, em 2013.


Em quase 10 anos de intensa trajetória o grupo dividiu o palco com emblemáticos artistas brasileiros, desenvolveu roteiros de sensíveis pesquisas musicais e shows, além de ter um papel importante na primeira década dos anos 2000, onde mulheres se tornaram protagonistas como instrumentistas, produtoras e técnicas. Desde 2022, as integrantes fundadoras d’O charme do Choro têm realizado apresentações em ocasiões especiais, ou sempre que a saudade bate.

Por isso, Jade Guilhon, Bandolim, Dulci Cunha na Flauta; Camila Alves no Violão 7 cordas; Carla Cabral no Cavaco e Rafaela Bittencourt no Pandeiro, trazem, novamente ao palco, a música instrumental brasileira que as uniu. Classificação Livre.


>> Amazônia Corpo: Festa da Cidade com Cia Amazônica de Danças

Data: 25/11 | Horário: 19:00 às 19:50


Descrição da atividade:

Foi constituído com intuito de fomentar outra forma de composição artística de espetáculo de dança de projeção folclórica e/ou popular, abrindo novas possibilidades de estudos e discussões sobre a divulgação e a difusão do folclore e cultura popular amazônida paraense.


Esse espetáculo é um discurso artístico sobre corpo/cidade e suas possibilidades na arte e na cultura a partir de pesquisas sobre danças de expressões folclóricas, músicas populares regionais, encenações e estudos coreográficos. Sendo inspirado em manifestações artísticas populares da cultura amazônica, em âmbito local e regional, busca evidenciar aspectos caracterizadores da arte, do folclore e da cultura regional paraense na contemporaneidade a partir de processos de criações espetaculares demonstradas por coreografias, cantos e teatralizações, bem como através de visualidades presentes no diversificado figurino e adereços que constituem o espetáculo.


>> Trio Manari convida Katarina Chaves

Data: 25/11 | Horário: 20:00 às 21:00


Descrição da atividade:

Essa apresentação faz parte de uma série de shows que traz aos palcos o grupo que com um sólido trabalho de pesquisa, deu visibilidade ao mundo e colocou os ritmos e tambores da Amazônia em outro patamar; um divisor de águas na música brasileira.


Músicos Percussionistas de Excelência, Márcio Jardim, Nazaco Gomes e Kleber Benigno “Paturi”, aproveitam para celebrar 23 anos de carreira com nosso público mais querido, que é o povo Paraense, um show para celebrar a vida, a amizade, a ancestralidade da percussão amazônica, os povos da floresta. Classificação livre.


>> Fanfarra Metal Amazônica com Grupo Cultural Fanfarra Metal Amazônica

Data: 25/11 | Horário: 21:00 às 21:30


Descrição da atividade:

O Grupo Cultural Fanfarra Metal Amazônica, foi criado em 2021, com intuito de tocar nas programações festivas de final de ano em Shoppings e retretas natalinas. Com a primeira apresentação do grupo cultural no natal de 2021, nasceram os convites para as retretas em praça pública, carnaval e cortejos culturais. A Fanfarra Metal Amazônica é formada por músicos de Bandas de Músicas, Grupos Musicais Regionais e militares. Com um repertório variado, o grupo atende as solicitações de apresentações conforme a temática de cada evento.


>> Jeff Moraes

Data: 25/11 | Horário: 21:30 às 22:30


Descrição da atividade:

TAMBOR & BEAT é o Show de apresentação do primeiro álbum da carreira do multiartista paraense Jeff Moraes, que foi lançado em 2022 e está repleto de ancestralidade. O show tem como objetivo exaltar a negritude da Amazônia, levantar a bandeira do preto através da música e ressaltar a ancestralidade de Jeff como cantor preto e LGBTQIAPN+. O projeto nasceu do encontro do curimbó, do djembê, do chimbal, das guitarradas paraenses e os beats da música eletrônica, gerando um som marcante e pessoal, traduzidos nas canções de Jeff Moraes.


Na estrada, o show TAMBOR & BEAT já passou pelo estado do Pará, São Paulo e Salvador, com duração de 1h30min e promete muitas surpresas com a envolvência e a musicalidade amazônida repleta de experiências de vida, lutas, dores e alegrias. Classificação Livre.


DOMINGO - 26 DE NOVEMBRO


>> Orquestra Amazônia convida Aíla, Gigi Furtado, Jeff Moraes, Juliana Sinimbu, Luê e Naieme

Data: 26/11 | Horário: 17:00 às 18:00


Descrição da atividade:

A Orquestra Amazônia se une a artistas locais, incluindo Aíla, Gigi Furtado, Jeff Moraes, Juliana Sinimbu, Luê e Naieme, para um evento musical especial na Virada Sustentável Belém. Um show único que celebra a rica diversidade cultural paraense e promove a conscientização sobre a sustentabilidade e a conservação da Amazônia. Classificação Livre.


>> Batuques do Norte, da Amazônia à África com Grupo de Expressões Parafolclóricas Uirapuru

Data: 26/11 | Horário: 18:00 às 18:50


Descrição da atividade:

Show Folclórico: se propõe a apresentar em danças do folclore regional, um pouco sobre a cultura presente no Estado do Pará, não só do Município de Belém como também de Cametá, Marajó, Bragança, dentre outros. Esse show conta com danças como Siriá, Invernada marajoara, Chula marajoara, Marujada, Xote Bragantino, Ciranda do Norte e Farinhada.


Os carimbós são apresentados a partir de danças coreografadas, compostas por compositores paraenses, e que falam sobre as belezas não só de Belém, como do Pará, sendo elas: Belém meu bem, Ver Belém, Canoa de Pau, Esse Rio, Pará Tem, Maçarico e Vestido Estampado.


O grupo também apresenta a dança do Carimbó em formato livre, com músicas de grandes Mestres e compositores como Verequete, André Nascimento, Pinduca, dentre outros.


>> Tamboiaras da Amazônia convida Íris da Selva

Data: 26/11 | Horário: 19:00 às 20:00


Descrição da atividade:

Encontro poético musical, que “Desfibrila Afetos ao Clarão da Lua”, entre o grupo percussivo Tamboiara Amazônia e o artista Iris da Selva, durante a Virada Sustentável em Belém, apresentando composições autorais inspiradas no imaginário da Amazônia paraense e sua guardiã “Iara”, ecoando a sonoridade urbana deste território de Rios e Florestas. Classificação Livre.


>> Dançares Amazônicos com Balé Folclórico da Amazônia

Data: 26/11 | Horário: 20:00 às 20:50


Descrição da atividade:

Existe algo mais agradável do que assistir a um lindo encontro entre música, dança, e tradições, reunidas em um espetáculo vivo, pulsante, alegre e vibrante? É possível viver essa experiência de cultura e arte, viajando com o Balé Folclórico da Amazônia nos encantos, mistérios e magias dessa terra.


>> Mestre Damasceno

Data: 26/11 | Horário: 21:00 às 22:00


Descrição da atividade:

Mestre Damasceno segue com carimbó, com seu grupo Nativos Marajoara, apresentando seu famoso Cortejo do “Búfalo-bumbá” nas ruas de Salvaterra. O Mestre Damasceno vem da tradição do carimbó de pau e corda. Sua voz é a sua verdadeira identidade de caboclo quilombola marajoara. Canta sobre o Marajó, a natureza, sobre o tempo, os rios, sobre suas ocupações de pescaria, de artesanato, sobre encantarias, sobre a influência da lua nas águas. Mestre Damasceno canta sobre o tempo da natureza. Classificação Livre.


COMPLEXO VER-O-RIO

Avenida Marechal Hermes, 1374 - Umarizal


>> Exposição Amazônia das Crianças, de Araquém Alcântara

De: 23/11 a 10/12


Descrição da atividade:

A exposição "Amazônia das Crianças", baseada no livro de mesmo nome do fotógrafo Araquém Alcântara, oferece uma visão íntima e rica da vida infantil na Amazônia. A exposição conta com fotos de crianças de diferentes estados da região amazônica, incluindo Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Roraima.


A exposição no Ver-o-Rio é um convite para conhecer a Amazônia dessas crianças, oferecendo uma perspectiva única sobre a vida na maior floresta tropical do mundo, e também trazer luz para a importância da educação e da preservação da floresta amazônica para o futuro.


Alcântara, reconhecido por sua fotografia de natureza, produziu cerca de 10 mil imagens para o projeto, das quais 300 foram selecionadas para o livro, que poderá ser baixado gratuitamente na exposição. Classificação Livre.


SÁBADO - 25 DE NOVEMBRO


>> Rios de Encantarias com Vandiléa Foro

Data: 25/11 | Horário: 15:00 às 15:45


Descrição da atividade:

Rio de Encantarias é uma contação que traz para o público histórias que envolvem o imaginário dos rios.


São narrativas que a contadora ouviu de sua avó e de outras pessoas que conheceu por meio de livros. Nesta contação, Vandiléa também convida o público a vir brincar e se deixar levar pelos rios da imaginação. Classificação Livre.


>> Um Lindo Presente com grupo Cordão do Pássaro Colibri

Data: 25/11 | Horário: 16:00 às 16:40


Descrição da atividade:

Um Lindo Presente é um teatro de Pássaro Junino, tradição na cultura popular paraense, do grupo de Pássaro Colibri, da ilha do Outeiro. Nesta história os matutos caçam um beija-flor e dão de presente para a princesa. O pássaro, porém, torna-se alvo de um caçador e acaba ferido. Ao final, uma feiticeira cura o pássaro e tudo termina com um lindo baile no reinado. Classificação Livre.


>> Águas Doces com Karina Diaz

Data: 25/11 | Horário: 17:00 às 17:35


Descrição da atividade:

O espetáculo rememora as vozes Mátrias. Ibitu, a filha do vento e os diversos momentos da sua vida, suas histórias e seu quintal de frente para o rio.


As águas do seu Orí, anunciam a sua caminhada: "Orí de barro é terra e chuva é mãe natureza." Classificação Livre.


>> Solo de Marajó com Claudio Barros

Data: 25/11 | Horário: 18:00 às 18:50


Descrição da atividade:

Um ator, sozinho sobre o palco vazio, narra oito histórias tiradas da obra do escritor paraense Dalcídio Jurandir, a mais profunda radiografia do povo caboclo na Amazônia. Foi com essa poética tão simples quanto ousada que o espetáculo Solo de Marajó, do grupo USINA, arrebatou plateias e a crítica especializada em São Paulo, durante temporada de 5 semanas a convite do SESC-SP, entre janeiro e fevereiro de 2023.


As narrativas de Dalcídio traduzem como nenhuma outra a complexidade da nossa região, onde a riqueza e a exuberância da vida ligada ao ambiente natural contrastam com um drama social histórico, consequência da exploração predatória e da violação de direitos humanos fundamentais.


Antes do recente sucesso em São Paulo, Solo de Marajó já havia sido aplaudido em 10 estados brasileiros desde a sua estreia, em 2009. Entre as maiores façanhas, estão a turnê nacional Solo de Marajó nos solos de outros brasis, que em 2015 alcançou 10 cidades de 5 estados, e a caravana fluvial Mambembarca – O teatro vai de proa pelos rios do Pará, que circulou por 11 municípios ribeirinhos paraenses em 2019. Classificação Livre.


>> O Pará das Águas com Grupo Parafolclórico Frutos do Pará

Data: 25/11 | Horário: 19:00 às 19:50


Descrição da atividade:

As danças apresentadas neste espetáculo retratam a vida dos povos ribeirinhos paraenses, seus costumes, suas crenças e sua rotina pelas águas, viajando rio abaixo e rio acima. A coreografia utiliza formas de movimentos que lembram e se aproximam dos usados na pesca e na caça, com passos tradicionais e contemporâneos. Todas as danças folclóricas são pesquisadas no seu local de origem e no espetáculo é citada pelo apresentador, uma breve explicação.


Neste espetáculo, o público faz uma viagem imaginária pelo nosso Estado, em cada música tocada há uma apresentação com muita empolgação e importância para o grupo, com a participação da mestra Iracema Oliveira, apresentando uma parte do roteiro.


O espetáculo conta com adereços diversos: tipiti, redes, bacias, chapéus, arranjos de flores, remos, cuias e rodos; E danças diversas: invernada marajoara; pororocando; passeio cametaense; carimbós; banzeiro de maresia e farinhada. Classificação Livre.


DOMINGO - 26 DE NOVEMBRO


>> Giranda de Histórias contadas e cantadas com Rita Melém

Data: 26/11 | Horário: 15:00 às 15:50


Descrição da atividade:

Apresentação literomusical envolvendo histórias autorais contadas e cantadas, costuradas com brincadeiras poéticas e musicais, destinada a crianças de todas as idades.


As pessoas presentes serão convidadas a se envolver numa divertida “História Engatada", escrita por Rita Melém, musicada por Cris Rodrigues e com arranjos de Giselle Griz, inspirada num gato muito travesso chamado Millôr Quintana. Depois vão poder poetar e dançar com os poemas e canções no “Baile das Borboletas” e se encharcar de alegria com a história “Manda lá, Mariazinha” uma boneca de papel que gosta de mandar na chuva e que vive no imaginário popular de todos nós, de autoria de Rita Melém e que vem acompanhada de um carimbó com letra Rita Melém com melodia de Cris Rodrigues.


O público ainda vai conhecer e brincar com um “Menino que Ria dos Seus Pensamentos”, de autoria de Cris Rodrigues, acompanhada de brincadeira musical com Giselle Griz que vai deixar todo mundo de “Riso Molhado”.


A apresentação termina num grande carrossel de fitas coloridas fazendo o público participante “Girandolar” de alegria. Classificação Livre..


>> A dança das cabeças com Cleber Cajun

Data: 26/11 | Horário: 16:00 às 16:40


Descrição da atividade:

A peça propõe uma narrativa em formato de bailado que inicia com um cortejo. O ator, metaforicamente, irá encarnar vários personagens por troca de cabeças, dispostas no cenário, com movimentos ritmados, que simbolizam a trajetória de uma alma que vai atravessando o tempo em seu brinquedo de fazer sonhar.


Os principais elementos cênicos são as máscaras (cabeções), arquétipos que trazem consigo uma história própria e fazem uma síntese profunda do Brasil. A narrativa brinca com o imaginário amazônico, com cabeças dos mais variados personagens, como do jacaré, da onça, do velho, da bruxa, da criança, de seres míticos que criam e recriam uma espécie de folguedo popular moderno.


Em movimento, uma carroça leva as várias cabeças, o ator atravessa a rua e é atravessado por ela, nesta aventura cigana, brincando e trocando as perspectivas de lugar, cantante, seguindo o eterno Deus da mudança. Classificação Livre.


>> Manga Curumim com Grupo Dirigível de Teatro

Data: 26/11 | Horário: 17:00 às 17:40


Descrição da atividade:

Um garoto-manga, ao ser salvo de uma queimada por seres protetores da floresta, embarca em uma aventura em busca de seu lar. O espetáculo une múltiplas linguagens para apresentar uma jornada fantasiosa de autoconhecimento que mistura cultura indígena e narrativas ancestrais. Em sua jornada, o garoto-manga nos provoca a refletir sobre o nosso lugar no mundo, nossa identidade – intimamente ligada à nossa língua, história, território, cultura, situação social etc. Classificação Livre.


>> O Batuque que vem do Norte com Grupo de Cultura Popular Pará Caboclo

Data: 26/11 | Horário: 18:00 às 18:50


Descrição da atividade:

O espetáculo 'Batuque que vem do Norte' é uma vibrante jornada musical e cultural que transporta o público para as raízes rítmicas e folclóricas do norte do Brasil.


Durante uma hora de apresentação envolvente, os espectadores serão imersos na magia dos tambores, danças e canções que ecoam das florestas amazônicas aos vilarejos ribeirinhos. Por meio de uma fusão de tradição e modernidade, 'Batuque do Norte' celebra a diversidade cultural e a riqueza sonora dessa região, destacando a herança ancestral que pulsa no coração do povo amazônico.


Uma experiência única de ritmo, cor e emoção que o levará a uma viagem musical inesquecível pelo norte do Brasil. Classificação Livre.


>> Floresta Concreto com Grupo Amazônidas Performers

Data: 26/11 | Horário: 19:00


Descrição da atividade:

Floresta de Concreto é um processo criativo que vem dialogar sobre seres que foram ilhados pelos poderes do progresso. A performance faz um mergulho nas demandas da cidade grande. Toma o êxodo rural e como trabalhadores acabam por viver escravizados. Um poder invisível tem por objetivo amordaçar a boca e matar silenciosamente cada corpa que ousa transgredir. Contudo, há uma resistência pelas frestas do concreto, a vida surge em ambiguidade, em corpamáquina e corpanatureza no Grito pelo respeito, ancestralidade e a Terra. Classificação Livre.


PORTO FUTURO

Rua Belém, S/N - Reduto


>> Eggcident de Henk Hofstra

Data: 23 a 26/11 | Horário: 06:00 às 22:00


Descrição da atividade:

Hofstra, inspirado por sua experiência pessoal com o aumento das temperaturas na Holanda, transformou ovos gigantes em uma metáfora visual das consequências da inação em relação às mudanças climáticas. Cada um dos três ovos expostos no Porto Futuro serve como um lembrete de nossa responsabilidade em proteger o futuro do nosso planeta.


A instalação “Eggcident” do artista holandês Henk Hofstra possui a forma de um meio círculo amarelo sobre uma área redonda, branca, representando ovos gigantes estalados. As medidas aproximadas das claras são de 8x8m, e das gemas, 2,3m de largura e comprimento, e 1,2m de altura.


Quando não tivermos respeito pela vida, o mundo terminará como um grande ovo quebrado, estalado e pronto para ser frito. Em qual panela? O nosso próprio planeta! Ao longo de quatro dias, os visitantes terão a oportunidade de mergulhar na criatividade de Hofstra e participar de discussões cruciais sobre o meio ambiente. Esta é uma chance imperdível de envolver-se com a arte que transcende barreiras e inspira mudanças positivas em nossa comunidade e no mundo. Classificação Livre.


>> Exposição ODS com 17 artistas

Data: 23 a 26/11 | Horário: 06:00 às 22:00


Descrição da atividade:

A obra discorre, de maneira tridimensional, sobre os 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) criados pela ONU. São 17 triedros gigantes, um por ODS, que servem como exibição de arte e informações sobre os objetivos. Dezessete artistas, atuantes na cena de arte de Belém e de Manaus, foram escolhidos pela curadora paraense Moara Tupinambá, e convidados a interferir artisticamente e criar uma obra de arte inspirada em cada ODS específica. Artistas convidados: Alessandro Hipz, André Noza, And Santos, Beatriz Paiva, Cely Feliz, Danilo Pontes, Ghasper, Indígena Vandal, Isa Muriá, Mama Quilla, Mia Montreal, Paulo Rodrigues, Raiz Campos, Renata Segtowick, Rodrigo Leão, Tai e Tuniel Mura. Classificação Livre.


USIPAZ JURUNAS/CONDOR

Passagem Motorizada, 5 - Condor


SÁBADO - 25 DE NOVEMBRO


O Pastor de Nuvens de Karla Pessoa

Data: 25/11 | Horário: 11:00 às 11:30


Descrição da atividade:

O Pastor de Nuvens, mostra a descoberta do sentimento de afeto e admiração de uma menina por seu avô, que todas as tardes sentava no banco de uma praça, para ficar olhando o céu. Karla Pessoa apresenta a narrativa sob a perspectiva da menina e envolve o público em situações cotidianas, típicas do universo das relações familiares.


A história encanta ao chamar a atenção para as nossas relações com o movimento que as nuvens causam na imaginação. Classificação Livre.


>> Kamishibai de Lendas: a cobra grande com Grupo Folhas de Papel

Data: 25/11 | Horário: 12:00 às 12:30


Descrição da atividade:

Chico Bara, um valente pescador, enfrenta a misteriosa Cobra Grande que habita os rios do baixo Amazonas. Esta história é contada com humor e encanto usando a técnica japonesa do kamishibai, combinando narração oral com ilustrações que prendem a imaginação do público. Inspirado em um relato real, esta é uma história que encanta com a magia das narrativas tradicionais, explorando os mitos amazônicos e a relação entre o homem e a natureza. Classificação Livre.


>> O Jardim de Alice com Projeto Camapu

Data: 25/11 | Horário: 14:00 às 14:30


Descrição da atividade:

O Jardim de Alice é um espetáculo de teatro de marionetes do Camapu. A música como texto do espetáculo, faz com que as pessoas espectadoras vivenciem estar presentes em um sonho e nas memórias de uma menina, que logo crescerá.


A poética do teatro de animação se revela encantadora neste espetáculo para todas as idades. Classificação Livre.


>> Perna para que te quero com Nós, os Pernaltas

Data: 25/11 | Horário: 15:00 às 15:30


Descrição da atividade:

Um cortejo se aproxima com seus brincantes, mascarados, pirofagistas e eles: os palhaços gigantes sobre pernas de pau. Um espetáculo regado a alegria, canto e músicas ao vivo. Em cada parada, uma interação, a cada encontro um jogral ou uma poesia dedicada aos que assistem, aos que cantam e acompanham.


Perna para que te quero é uma homenagem às grandes festas populares do mundo, aos grandes cortejos populares de santos e santas espalhados pelo Brasil, ao sagrado e ao profano da cultura popular Brasileira. Classificação Livre.


>> Quem vai pagar o pato? com GeMte-Grupo Experimental de Teatro

Data: 25/11 | Horário: 16:00 às 16:50


Descrição da atividade:

Quem vai pagar o Pato? É um espetáculo de rua do grupo GeMte, que conta a trajetória de três galinhas. Enganadas pela promessa de uma vida melhor e levadas a um curral onde vivem a trabalhar, sendo subjugadas aos mandos e desmandos de um pato charlatão que as explora: Putrião Peposaca. O pato tenta implantar a ideia de que as galinhas são capazes de produzir ovos de ouro, e quando esse dia chegar, elas terão a sonhada liberdade. No entanto, Minorca, a galinha esperta, desconfiada das intenções do pato falastrão, passa a questionar a situação e tenta despertar suas irmãs, Conchinchina e Dominique, para suas verdadeiras condições. De fato, é a Raposa, dona do galinheiro, quem controla tudo. O que quer uma raposa com uma criação de galinhas? Classificação Livre.


DOMINGO - 26 DE NOVEMBRO


>> ContRação de Histórias com Xirley Tão

Data: 26/11 | Horário: 11:00


Descrição da atividade:

ContRação de Histórias é um espetáculo lúdico, que tem como mote uma Drag Queen, que ao abrir seu baú do tempo, relembra e conta (de sua maneira bem própria) três historinhas:


A Cigarra e a Formiga: as aventuras de uma cigarra cantadeira e uma formiga trabalhadora;


A Formiguinha e a Neve: uma pobre formiguinha que tem o seu pezinho preso por um floco de neve;


A Lebre e a Tartaruga: uma corrida muito animada no reino da bicharada.


Classificação Livre.


>> O Olhar que Transvê com Marluce Araújo

Data: 26/11 | Horário: 12:00 às 12:45


Descrição da atividade:

Marluce conta a história de um menino chamado Alexandre, muito curioso e observador, ele gosta de estar no quintal, um de seus lugares prediletos. Um dia ao acordar, se sente estranho e assim fica o dia inteiro, até no momento da brincadeira, quando ele tem uma surpresa! Classificação Livre.


>> Varieté com Nós, os Pernaltas

Data: 26/11 | Horário: 15:00 às 15:50


Descrição da atividade:

Varieté é um espetáculo de palhaços de rua que com números variados espalham alegria por onde passam: praças, ruas, praias, calçadas e muitos outros lugares, são palco para este circo sem lona.


Dois palhaços se encontram, mas existe um problema: quem vai apresentar primeiro? Qual deles é o melhor com o público? Eles resolvem deixar o público escolher quem faz a melhor apresentação. Música ao vivo, números de circo, mágica e muita improvisação fazem parte deste espetáculo cheio de empatia que é diversão garantida para toda a família. Classificação Livre


>> Brincádique com Grupo Trupe Teia

Data: 26/11 | Horário: 16:00 às 17:00


Descrição da atividade:

O Brincádiquê é um espetáculo do Grupo Trupe Teia, apresentado em movimento e em cortejo, que faz dos espaços das ruas, praças, canais e vielas, seu palco. Embora tenha sido criado para espaços públicos, o Brincádiquê se adapta a diversos locais, mantendo sua estrutura lúdica e interativa, mas se adequando às possibilidades. Por meio do teatro de rua, de animação e outros elementos de caráter popular, como o canto e a brincadeira, discute na sua dramaturgia, a cidadania, o corpo social, o espaço urbano, o direito à cidade e ao brincar. Classificação livre.


INTERVENÇÕES - PROJEÇÕES


>> Intervenção urbana com Rodrigo Cantalício e Kauê Lima

De 23 a 26/11 | Horário: 19:00 às 22:00


Local 1: Edifício Renoir - Av. Visconde de Souza Franco, 1271 - Nazaré


Local 2: Edifício Eduardo Angelim - Rua Tiradentes, 720 - Reduto


Descrição da atividade:

Criadas pelo ilustrador Rodrigo Cantalício e animadas pelo VJ Kauê Lima, 10 artes serão projetadas durante os quatro dias de festival em dois edifícios da cidade. As ilustrações são uma visão artística de uma escuta feita com representantes da sociedade que destacaram os temas mais relevantes para se construir uma Belém mais sustentável. São eles: identidade local, consciência ambiental, descentralização, conexão com a natureza, mobilidade, impacto social, educomunicação, legado e território, esse rio é minha rua, e inclusão e diversidade. Com ilustrações de Rodrigo Cantalicio, redação de Yuri Moura e motions de Kauê Lima. Classificação Livre.


Canais da Virada:


Instagram: @viradasustentavel

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